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29.06.1876

 Antes do almoço fui ao Mint – É inferior como edifício ao de S. Francisco. Gosto do sistema de dar tempero ao punção sobretudo por meio da água que esguicha debaixo para cima dando de encontro ao centro dela que foi antes aquecido e ainda o é depois. Às 10 estava na exposição e vi Bélgica, Holanda; Luxemburgo; Suíça; China; Túnis e México. Depois das 5 Agricultura – Rússia e Holanda. Dei um giro de carro pelos anexos, e às 9 horas minha reunião a que assistiram Petermann e Nordenskiold, que parte amanhã para nova viagem. Estivemos vendo por onde ele andou até a boca do Genissey num mapa que ele trouxe. Sir W. Tompson disse-me que conversando com Newcomb se convocou de que a precessão dos equinócios não é prova da rigidez da terra, apesar de que crê por outros argumentos como o das marés.

   Falei com o professor Hilgard sobre o barômetro de Bache que disse-me ter provado bem em todas as temperaturas, não havendo inconvenientes em ser de contato. Ele esteve na comissão do metro e deu-me um pequeno modelo metro padrão em liga, como este de platina e iridium.

   Antes de Mint vi um cemitério, dentro da cidade as sepulturas pedras só com os nomes de Benjamin Franklin e Deborah e de Bach e Sara (creio que a filha de Franklin), também havia outra perto da de Franklin que pareceu-me do filho dele (não me recordo do nome que li).

 

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