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Retratos no Estrangeiro
O Brasil imperial nos ateliês franceses
 

{rokbox title=|Retratos no Estrangeiro - O Brasil imperial nos ateliês franceses| size=|600 400|}images/stories/imagens_museu/exposicoes/fotosnoestrangeiro/a exposio aconteceu na sala de exposies temporrias do museu imperialred.jpg{/rokbox}

 

Como parte das comemorações pelo Ano da França no Brasil, o Museu Imperial apresentou a exposição “Retratos no estrangeiro: o Brasil imperial nos ateliês franceses”. A mostra, com curadoria das pesquisadoras Maria de Fátima Moraes Argon e Maria Inez Turazzi, esteve aberta ao público entre outubro de 2009 e fevereiro de 2010, apresentando imagens assinadas por pintores, gravadores, litógrafos e fotógrafos franceses do século 19.
 
Notáveis e anônimos da sociedade brasileira deixaram o registro de viagens e temporadas vividas na França em seus “retratos no estrangeiro”. Outros tiveram a expressão de seus rostos registrada em ateliês franceses estabelecidos no Rio de Janeiro. A criação dessas imagens ajudou a promover o intercâmbio de experiências e a compartilhar imaginários distintos entre brasileiros e franceses da época.
 
Entre os destaques da exposição, encontravam-se retratos de d. Pedro II e da família imperial exibidos pela primeira vez ao público; obras de Édouard Vienot, artista que se anunciava em Paris “peintre de l’empereur du Brésil” (pintor do imperador do Brasil); alguns dos primeiros daguerreótipos (fotografias sobre metal) realizados no Brasil; estampas das “imprimeries” Lemercier e Didot, duas das mais famosas casas editoriais parisienses no século 19; retratos assinados por Félix Nadar, um dos maiores nomes da fotografia francesa de todos os tempos.
 
 
Saiba mais sobre as curadoras:


Maria de Fátima Moraes Argon: graduada em História e Arquivologia e pós-graduanda em História do Brasil. Autora de diversos artigos, publicações e CDs sobre temas como família imperial, história de Petrópolis, história da fotografia e arquivos pessoais.
 
Maria Inez Turazzi: historiadora, doutora em Arquitetura e Urbanismo pela USP e autora de diversos artigos e livros sobre fotografia, iconografia, patrimônio e história do Rio de Janeiro. Pesquisadora do IPHAN desde 1984, é responsável pela catalogação da Coleção Geyer desde a sua doação ao Museu Imperial/Ibram/MinC.
  

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