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Sonhos 

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Sonhos, a segunda exposição do projeto, ocupou a Sala do Casamento, dentro do palácio do Museu. Uma tenda cenográfica foi montada no ambiente, lembrando a tenda do "beija-mão", armada no porto no momento do desembarque de dom João VI, para que a família real fosse saudada pela elite do Rio. A mostra lembrou os feitos realizados pelo monarca depois que chegou aqui – os sonhos do título – e imagens que se referem ao Jardim Botânico, à Biblioteca Nacional, à Casa da Moeda, à imprensa oficial e à Academia Real de Belas Artes, entre outras realizações, foram projetadas na tenda. Várias peças do acervo ligadas a dom João VI foram incluídas na mostra. A principal delas é uma camisola de cambraia usada pelo Príncipe Regente. Os dizeres bordados na peça – Deus fez imperador do Ocidente ao Príncipe Regente para sempre – são uma pista de que já havia um projeto da nobreza portuguesa de viajar para o Brasil e garantir a sobrevivência do Império além-mar, na América. Napoleão apressa este projeto, mas hoje a ideia de que dom João era um covarde, que simplesmente fugiu, está sendo revista. Ele foi responsável pelo translado de um Império inteiro e fez com que o Absolutismo tivesse mais anos de vida fora da Europa. O Museu, inclusive, confeccionou réplicas da camisola original para serem vendidas ao público em sua lojinha.
 
Parceria entre o Museu Imperial, o Ministério da Cultura, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, a Prefeitura de Petrópolis, a Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis e a Sociedade de Amigos do Museu Imperial.

 

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