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A simbologia da camélia na História e na Arte

No dia 13 de maio de 2013, quando se comemoraram os 125 anos da assinatura da Lei Áurea pela princesa d. Isabel, o Museu Imperial inaugurou a exposição “A simbologia da camélia na História e na Arte”. Com apoio da Academia Sanguetsu, a mostra foi composta por painéis e arranjos de Ikebana.
 
A camélia era o símbolo do movimento abolicionista na segunda metade do século XIX. A princesa Isabel, bem como outras damas da sociedade, trazia a flor em seus vestidos como sinal de sua posição. No Palácio Imperial de Petrópolis, atual Museu Imperial, a princesa plantou camélias nos jardins – e, até hoje, os visitantes podem vislumbrar pés de camélia no local.
 
Mas a flor teve ainda outros significados e simbologias em outras culturas e momentos históricos, alguns dos quais também lembrados na exposição.
 
Por ser formada por flores, que são perecíveis, a exposição ficou aberta ao público por apenas cinco dias. Por isso, de forma a permitir o acesso àqueles que não puderam visitá-la, o Museu Imperial a transformou nesta exposição virtual, que apresenta os painéis e fotos das Ikebanas.
 
 
CRÉDITOS
 
Coordenação
Claudia Maria Souza Costa
 
Confecção de Ikebanas
Rosangela Teixeira - professora da Academia Sanguetsu
Luciana Vasconcellos Abrantes Moraes - voluntária da Academia Sanguetsu 
 
Programação visual
George Milek
 
Fotografias e montagem da exposição virtual
Bárbara Skaba
 
 
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