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Diretor do Museu Imperial concede palestra e inaugura exposição na Bélgica

Diretor do Museu Imperial concede palestra e inaugura exposição na Bélgica

 

O diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Jr., será um dos palestrantes da Conferência Anual do DEMHIST, o Comitê Internacional de Museus de História do ICOM (Conselho Internacional de Museus). O evento acontece de 17 a 20 de outubro em Antuérpia, na Bélgica.

 

A Conferência terá como tema “Theatres of History: the Museum as a Stage”. A palestra do diretor ocorrerá no dia 18 e abordará a dupla vocação do Museu Imperial: a de representar a História do Império do Brasil e a de apresentar a casa de verão do imperador d. Pedro II.

 

Em seguida, no dia 20, Maurício Ferreira irá participar da inauguração da exposição Terra Brasilis, em Bruxelas. A mostra faz parte do festival Europalia, que acontece a cada dois anos na Europa e, em 2011, tem como tema o Brasil. O Museu Imperial está entre as instituições brasileiras que cederam peças para as exposições do festival cultural, entre elas o retrato de d. Pedro II aos 12 anos, de Félix Émile Taunay.

 

O festival Europalia irá até janeiro de 2012 e contará com 130 shows, 90 conferências, 60 apresentações de dança, 40 de teatro e 17 exposições. Mais informações podem ser obtidas no site do evento: http://europalia.be/europalia/.

 

Pantufas do Museu Imperial são destaque no New York Times

Pantufas do Museu Imperial são destaque no New York Times

 

As famosas pantufas do Museu Imperial, em Petrópolis, já ultrapassaram as fronteiras nacionais e foram parar nas páginas de um dos principais jornais do mundo. No último domingo, dia 16 de outubro, elas foram destaque na The New York Times Magazine, na coluna “9 of a Kind”, ao lado de calçados semelhantes de outros oito museus e centros culturais de diferentes países.

 

A coluna ressalta que as pantufas são uma forma de conservar os pisos históricos dessas instituições, como é o caso do Museu Imperial. “Elas preservam os pisos de mármore em um dos museus mais visitados do Brasil”, afirma.

 

Para Maurício Vicente Ferreira Júnior, diretor do Museu Imperial, "as pantufas são parte integrante da memória da visita ao Museu e registram momentos de entretenimento durante o processo de conhecimento do acervo exposto na casa do imperador d. Pedro II".

 

Além do Museu Imperial, são lembradas as pantufas de Maison de Verre (França), Pollock-Krasner House (EUA), Villa Cornaro (Itália), Sonneveld House (Holanda), Centre Pompidou (França), Abbey Library of St. Gall (Suíça), Rietveld Schröder House (Holanda) e Catherine Palace (Rússia).

 

Museu Imperial pode se tornar uma das 7 Maravilhas da Estrada Real

Museu Imperial pode se tornar uma das 7 Maravilhas da Estrada Real

 

O Instituto Estrada Real promove a votação das “7 Maravilhas da Estrada Real”, cujo resultado sairá no dia 9 de janeiro de 2012. Entre as opções, está o Museu Imperial, única atração de Petrópolis a concorrer.

 

Para votar, basta entrar no site www.institutoestradareal.com.br e selecionar sete entre as atrações concorrentes. Além do Museu Imperial, há alternativas como a Igreja de Santo Antônio (Tiradentes), o Teatro de Sabará e a Igreja São Francisco (Ouro Preto).

 

A Estrada Real era o caminho que ligava o Rio de Janeiro às Minas Gerais, aberto há mais de 300 anos pela Coroa Portuguesa. Hoje, após sua revitalização, tornou-se um destino turístico reconhecido no Brasil e no exterior. A estrada passa por 199 municípios – 169 em Minas Gerais, 22 em São Paulo e nove no Rio de Janeiro – e tem 1,6 mil quilômetros de extensão.

 

Casa de Cláudio de Souza comemora os 135 anos de nascimento do escritor

Casa de Cláudio de Souza comemora os 135 anos de nascimento do escritor

 

No próximo dia 20 de outubro, comemoram-se os 135 anos de nascimento do escritor e dramaturgo Cláudio de Souza. Para celebrar a data, a Casa de Cláudio de Souza – pertencente ao Museu Imperial –, a Academia Petropolitana de Letras e Ciências e o Teatro Experimental Petropolitano (TEP) realizarão uma leitura dramatizada de textos do escritor.

 

Na ocasião, serão lidos trechos das obras de Cláudio de Souza Eu Arranjo Tudo (1915), A Matilha (1924) e Flores de Sombra (1916), com participação dos atores do TEP Janine Meirelles, Fernanda Mury, Silvio Rafael, Joaquim Eloy, Patrícia Ávila e Sylvio Adalberto. Serão interpretadas ainda duas cortinas poéticas: Bon Soir Mademoiselle la Lune!, ambientada na belle époque, e  Os Amores de Colombina, recordando  o teatro clássico italiano, ambos de J. Eloy Santos.

 

Fundado em 1956, o Teatro Experimental Petropolitano é um dos ícones do teatro da cidade. Desde sua fundação, encenou obras de diversos autores brasileiros, estrangeiros e petropolitanos.

 

A leitura dramatizada acontecerá no dia 20 de outubro, às 19h, na Casa de Cláudio de Souza (Praça da Liberdade, nº 247, Centro, Petrópolis). A entrada é gratuita. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail mimp.casaclaudiodesouza@museus.gov.br ou pelo telefone (24) 2245-3418.

 

Cláudio de Souza

 

Natural de São Roque (SP), Cláudio Justiniano de Souza (1876-1954) era filho de Cláudio Justiniano de Souza e Antônia Barbosa de Souza. Sua inclinação para a escrita começou bem cedo, colaborando para os jornais cariocas O Correio da Tarde e A Cidade do Rio a partir dos 16 anos de idade.

 

Em 1897, formou-se em medicina no Rio de Janeiro e retornou para São Paulo, clinicando na capital e lecionando na Faculdade de Farmácia, hoje pertencente à Universidade de São Paulo.

 

Em 1898, publicou seu primeiro trabalho, Os nevropatas e os degenerados, ao mesmo tempo em que continuou contribuindo para jornais por meio de pseudônimos. Sua estreia no teatro ocorreu em 1915, com a comédia Eu arranjo tudo. Pouco depois, apresentou Flores de sombra, que se tornou uma obra de grande influência no teatro brasileiro.

 

Membro-fundador da Academia Paulista de Letras, em 1909, abandonou definitivamente a medicina em 1913, passando a dedicar-se às viagens pelo mundo e à literatura. Casado com a Sra. Luísa leite de Souza, filha do barão do Socorro, fixou residência no Rio de Janeiro.

 

Escreveu inúmeras peças teatrais, artigos e textos científicos. Eleito para a Academia Brasileira de Letras, em 1924, ocupou a cadeira de número 29 (cujo patrono é Martins Pena). Presidiu a ABL por duas vezes, em 1938 e 1946, tendo então dirigido as comemorações do cinquentenário daquela instituição.

 

A Casa de Cláudio de Souza

Em 1956, a viúva de Cláudio de Souza, dona Luísa, doou sua casa em Petrópolis, junto com seu acervo, ao Museu Imperial. Hoje, o espaço funciona como um museu e centro cultural dedicado a seu antigo proprietário, com móveis e objetos originais da casa, além da biblioteca do escritor, com 660 obras.

 

A Casa de Cláudio de Souza pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 11h às 18h, com entrada gratuita. Atualmente, além da exposição permanente, o público pode conhecer também a exposição temporária “O olhar feminino na literatura de Cláudio de Souza”, que aborda como o universo feminino era retratado pelo escritor não somente em seus livros e peças, mas também nos artigos que escrevia para a Revista Feminina sob o pseudônimo de "Anna Rita Malheiros".