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Museu Imperial vira cenário para álbum de casamento

Museu Imperial vira cenário para álbum de casamento
 
Nesta quinta-feira, 24 de fevereiro, o Museu Imperial recebeu uma visita especial. Os catarinenses André e Lidiani, casados desde maio de 2010, escolheram o palácio para ser o cenário de seu novo álbum de casamento.
 
Lidiani explicou que o casal, residente em Florianópolis, morou em Petrópolis por seis meses há cerca de cinco anos. “Temos uma relação especial com a cidade; somos apaixonados por Petrópolis e, sempre que podemos, voltamos aqui”, disse. Com o surgimento de uma oportunidade de retornar, eles aproveitaram para fazer fotos que darão um toque especial às recordações do casamento.
 
 
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Fotos: Bárbara Skaba
 
 
 

Vice-presidente mundial da GE participa de evento no Museu Imperial

Vice-presidente mundial da GE participa de evento no Museu Imperial
 
Na última quarta-feira, 23 de fevereiro, a vice-presidente mundial da General Electrics (GE) Aviation, a norte-americana Colleen Athans, esteve no Museu Imperial para um jantar em sua homenagem. Athans conheceu a carruagem cerimonial de d. Pedro II, que será restaurada com patrocínio da unidade petropolitana da empresa, a GE Celma.
 
O jantar ocorreu na Sala da Batalha de Campo Grande e foi seguido de uma edição especial de Um Sarau Imperial, apenas com voz e piano. A soprano Cláudia Paladino, que interpreta Adelaide Taunay no espetáculo, apresentou quatro modinhas do século XIX, sendo acompanhada pelo pianista Rodrigo d’Ávila, que desempenha o papel do professor de piano da princesa Isabel, Isidoro Bevilacqua.
 
O patrocínio da GE Celma para o restauro da carruagem, através da Lei de Incentivo à Cultura, foi anunciado em dezembro de 2010. O processo de intervenção está previsto para começar em março e será feito no próprio Museu, às vistas do público, por uma equipe de especialistas. É a primeira vez que a peça, construída em 1837 na Inglaterra, passa por uma restauração.
 
A Carruagem
 
A Carruagem cerimonial foi construída em 1837 pela firma britânica Pearce & Countz, fornecedora da Casa Real Inglesa, especialmente para a cerimônia de sagração e coroação de d. Pedro II, que ocorreu no dia 18 de julho de 1841. Era utilizada pelo imperador em ocasiões solenes, como os casamentos de suas duas filhas e a abertura da Assembleia Geral.
 
Trazendo os brasões do Império, a carruagem foi confeccionada em madeira, prata e outros metais, com janelas em cristal e estofamentos e revestimentos em veludo germânico bordado. Devido ao nobre metal utilizado na sua confecção, era chamada pela população do Rio de Janeiro de "Monte de Prata". Também era conhecida como "Carro cor de cana", em função da sua coloração. Devido ao seu enorme peso, era puxada por oito cavalos.
  

Restauro do pórtico de pedra do Museu Imperial é concluído

Restauro do pórtico de pedra do Museu Imperial é concluído   
 
Na próxima terça-feira, o acesso do público volta a ser pela entrada principal do palácio  


O Museu Imperial concluiu nesta segunda-feira, dia 21 de fevereiro, o restauro do pórtico de pedra da fachada do palácio. Com o término das obras, a partir de amanhã, dia 22, o acesso dos visitantes volta a ser pela entrada principal.

A intervenção corrigiu diversos problemas que vinham se acumulando ao longo dos anos em função de condições climáticas, sujeiras e outras adversidades a que a estrutura estava exposta. Entre os principais danos reparados estavam manchas escuras, presença de liquens e vegetação, aberturas de fendas, modificação da textura, deformação volumétrica do material, descolamento de pintura e outros.

Todo o processo teve como premissa interferir o mínimo possível na estrutura e usar materiais não-agressivos. As próteses inseridas, por exemplo, foram feitas com o material original, o granito, sempre com pigmentação o mais próximo possível da existente. Ao final do restauro, foi aplicado um protetivo, substância que preserva a pedra contra futuras intempéries.

Além do pórtico em si, também foram restaurados os cachepots (vasos) de mármore nele localizados, as rampas de acesso e a balaustrada (varanda) acima da estrutura.

O Pórtico

O Pórtico de Pedra, elemento de grande importância na arquitetura do palácio, foi construído no final da primeira metade do século XIX, fazendo parte de uma tradição em cantaria do Brasil.

Nas mais antigas e nobres edificações brasileiras, a pedra era aplicada nas alvenarias e na decoração das fachadas e interiores. Quanto maior a riqueza ornamental em pedra, mais importante e imponente era a edificação. A escolha do tipo de rocha a ser utilizada variava conforme o serviço a ser executado e a região do país. No caso do Pórtico do Palácio Imperial, o material escolhido foi o granito.

Constituído por uma estrutura em abóbada, o Pórtico tem apoiado sobre ele um terraço (ou varanda) guarnecido por balaustradas, intercaladas com pedestais encimados por cachepots em mármore. Os arcos que compõem o conjunto são ladeados por pilastras de inspiração jônica, o que remete ao gosto neoclássico predominante naquela época.


Museu Imperial recebe autoridades para visita ao palácio

Museu Imperial recebe autoridades para visita ao palácio
 
Embaixador e cônsul da Alemanha e secretária nacional de Turismo conheceram o Museu nesta sexta
 
 
Nesta sexta-feira, 18 de fevereiro, o Museu Imperial recebeu três autoridades, que estavam na cidade para o lançamento do Inventário Turístico de Petrópolis. A secretária nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo, Bel Mesquita, o embaixador da Alemanha no Brasil, Wilfried Grolig, e o cônsul geral do mesmo país no Rio de Janeiro, Michael Worbs, conheceram o antigo Palácio Imperial de Petrópolis.
 
Bel Mesquita foi acompanhada pelo diretor do Museu, Maurício Vicente Ferreira Júnior, em uma visita guiada. Também estavam presentes a coordenadora-geral de Regionalização da Secretaria, Ana Clévia Guerreiro Lima, e a gerente de Turismo da Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis, Marisa Guadalupe.
 
O embaixador e o consul-geral da Alemanha, acompanhados de suas esposas e do representante regional da FIRJAN, Jonny Klemperer, realizaram uma visita guiada com uma das recepcionistas bilíngues do Museu. Ao final do tour, eles foram recebidos pelo diretor Maurício Vicente para uma reunião em seu gabinete. Em seguida, conheceram o Arquivo Histórico do Museu, onde observaram diários de viagem do imperador à Alemanha.