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Casa de Cláudio de Souza comemora os 135 anos de nascimento do escritor

Casa de Cláudio de Souza comemora os 135 anos de nascimento do escritor

 

No próximo dia 20 de outubro, comemoram-se os 135 anos de nascimento do escritor e dramaturgo Cláudio de Souza. Para celebrar a data, a Casa de Cláudio de Souza – pertencente ao Museu Imperial –, a Academia Petropolitana de Letras e Ciências e o Teatro Experimental Petropolitano (TEP) realizarão uma leitura dramatizada de textos do escritor.

 

Na ocasião, serão lidos trechos das obras de Cláudio de Souza Eu Arranjo Tudo (1915), A Matilha (1924) e Flores de Sombra (1916), com participação dos atores do TEP Janine Meirelles, Fernanda Mury, Silvio Rafael, Joaquim Eloy, Patrícia Ávila e Sylvio Adalberto. Serão interpretadas ainda duas cortinas poéticas: Bon Soir Mademoiselle la Lune!, ambientada na belle époque, e  Os Amores de Colombina, recordando  o teatro clássico italiano, ambos de J. Eloy Santos.

 

Fundado em 1956, o Teatro Experimental Petropolitano é um dos ícones do teatro da cidade. Desde sua fundação, encenou obras de diversos autores brasileiros, estrangeiros e petropolitanos.

 

A leitura dramatizada acontecerá no dia 20 de outubro, às 19h, na Casa de Cláudio de Souza (Praça da Liberdade, nº 247, Centro, Petrópolis). A entrada é gratuita. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail mimp.casaclaudiodesouza@museus.gov.br ou pelo telefone (24) 2245-3418.

 

Cláudio de Souza

 

Natural de São Roque (SP), Cláudio Justiniano de Souza (1876-1954) era filho de Cláudio Justiniano de Souza e Antônia Barbosa de Souza. Sua inclinação para a escrita começou bem cedo, colaborando para os jornais cariocas O Correio da Tarde e A Cidade do Rio a partir dos 16 anos de idade.

 

Em 1897, formou-se em medicina no Rio de Janeiro e retornou para São Paulo, clinicando na capital e lecionando na Faculdade de Farmácia, hoje pertencente à Universidade de São Paulo.

 

Em 1898, publicou seu primeiro trabalho, Os nevropatas e os degenerados, ao mesmo tempo em que continuou contribuindo para jornais por meio de pseudônimos. Sua estreia no teatro ocorreu em 1915, com a comédia Eu arranjo tudo. Pouco depois, apresentou Flores de sombra, que se tornou uma obra de grande influência no teatro brasileiro.

 

Membro-fundador da Academia Paulista de Letras, em 1909, abandonou definitivamente a medicina em 1913, passando a dedicar-se às viagens pelo mundo e à literatura. Casado com a Sra. Luísa leite de Souza, filha do barão do Socorro, fixou residência no Rio de Janeiro.

 

Escreveu inúmeras peças teatrais, artigos e textos científicos. Eleito para a Academia Brasileira de Letras, em 1924, ocupou a cadeira de número 29 (cujo patrono é Martins Pena). Presidiu a ABL por duas vezes, em 1938 e 1946, tendo então dirigido as comemorações do cinquentenário daquela instituição.

 

A Casa de Cláudio de Souza

Em 1956, a viúva de Cláudio de Souza, dona Luísa, doou sua casa em Petrópolis, junto com seu acervo, ao Museu Imperial. Hoje, o espaço funciona como um museu e centro cultural dedicado a seu antigo proprietário, com móveis e objetos originais da casa, além da biblioteca do escritor, com 660 obras.

 

A Casa de Cláudio de Souza pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 11h às 18h, com entrada gratuita. Atualmente, além da exposição permanente, o público pode conhecer também a exposição temporária “O olhar feminino na literatura de Cláudio de Souza”, que aborda como o universo feminino era retratado pelo escritor não somente em seus livros e peças, mas também nos artigos que escrevia para a Revista Feminina sob o pseudônimo de "Anna Rita Malheiros".

 

Museu Imperial se ilumina de rosa para campanha contra o câncer de mama

Museu Imperial se ilumina de rosa para campanha contra o câncer de mama

Atividade faz parte do movimento Outubro Rosa, que também terá peça teatral no Museu

 

O Museu Imperial está prestes a integrar um hall que inclui monumentos como o Cristo Redentor (Brasil), o Coliseu (Itália), o Arco do Triunfo (França) e a Casa Branca (EUA). Assim como já ocorreu com todos eles, o Museu será iluminado de rosa, entre os dias 13 e 29 de outubro, para conscientizar a população sobre o câncer de mama, no projeto internacional Outubro Rosa.

 

O Outubro Rosa tem seu nome originado do laço cor-de-rosa que simboliza a luta contra o câncer de mama, através da prevenção e do diagnóstico precoce, e estimula a participação da população, empresas e entidades. Iniciado nos Estados Unidos, o movimento ganhou o mundo e já iluminou de rosa dezenas de edificações e monumentos em diversos países.

 

Além da iluminação, o Museu também abrigará outra atividade do projeto. No dia 29 de outubro, sábado, às 19h30, será apresentada no Cine Teatro Museu Imperial a peça “Guerreira, seu nome é mulher”, de Zuzu Sarandon, com a própria autora e Marise Fernandes no elenco.

 

O espetáculo aborda duas mulheres e os desafios da vida, incluindo infância, adolescência, descobertas, relacionamentos, preconceito, casamento, gravidez, trabalho, sonhos e o câncer. O evento será gratuito, com retirada de convites antecipados na bilheteria do Museu.

 

O Outubro Rosa é realizado em Petrópolis pela Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos (APPO) em parceria com o Museu Imperial e outras entidades da cidade.

 

Casa de Cláudio de Souza/Museu Imperial abrirá para visitação no feriado

Casa de Cláudio de Souza/Museu Imperial abrirá para visitação no feriado

 

No feriado de 12 de outubro, quarta-feira, a Casa de Cláudio de Souza, pertencente ao Museu Imperial, estará aberta à visitação normalmente. O horário de funcionamento é das 11h às 18h e a entrada é gratuita. A casa se localiza na Praça da Liberdade, 247, Petrópolis.

 

A casa, que pertenceu ao escritor, dramaturgo e acadêmico Cláudio de Souza, data de fins do século XIX. Seu estilo arquitetônico eclético é completado com vitrais, painéis de azulejos do século XVIII, pinturas no teto pela técnica francesa marrouflage e outros elementos inseridos por seu ilustre proprietário.

 

No espaço, o visitante pode conferir a exposição permanente com móveis e objetos do escritor que recontam um pouco de sua vida em Petrópolis. Além disso, é possível consultar a biblioteca de Cláudio de Souza, composta por 660 obras de sua autoria e de outros escritores consagrados.

 

Atualmente, o público pode conhecer também a exposição temporária “O olhar feminino na literatura de Cláudio de Souza”, que apresenta a forma como o escritor explorava o universo feminino em seus livros, peças e artigos. Entre os destaques, estão os textos escritos para a Revista Feminina, sob o pseudônimo de "Anna Rita Malheiros".

 

Para mais informações sobre a Casa de Cláudio de Souza, ligue para (24) 2245-3418, ou escreva para mimp.casaclaudiodesouza@museus.gov.br.

 

Museu Imperial terá programação especial no feriado

Museu Imperial terá programação especial no feriado

 

No feriado de 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida, o Museu Imperial terá uma programação especial. Moradores de Petrópolis e visitantes que subirem a Serra poderão aproveitar atividades para públicos de todas as idades.

 

Em homenagem ao Dia das Crianças, comemorado na mesma data, a biblioteca infantil Rocambole terá duas atividades na parte da tarde. Às 14h, haverá contação de história com o livro “Pinóquio”, de Carlo Collodi, seguida de oficina criativa, na qual as crianças criarão seu próprio Pinóquio, dando vida ao personagem. Às 15h, será exibido o filme de animação “Madagascar”.

 

Poderão participar crianças de quatro a dez anos de idade, com limite de 20 por atividade. Se desejarem garantir a vaga, os pais ou responsáveis podem agendar por meio do telefone (24) 2245-7735.

 

Já à noite, às 20h, será oferecida uma edição especial do espetáculo Som e Luz, que oferece ao público a oportunidade de reviver alguns dos principais momentos do Segundo Reinado através de efeitos de iluminação e sonorização. Os ingressos terão o custo de R$ 5, e podem ser adquiridos na bilheteria do Museu. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (24) 2245-4668 ou pelo e-mail mimp.someluz@museus.gov.br.

 

Além do Som e Luz, o público poderá ainda conferir uma mostra temporária de retratos femininos, inaugurada em setembro e ainda aberta à visitação. A exposição apresenta 17 óleos sobre tela do acervo do Museu que retratam mulheres não pertencentes à família imperial, como baronesas, viscondessas e senhoras da aristocracia, mas também anônimas e aquelas que por muito tempo foram “esquecidas”. Assim, permite observar as figuras femininas e como eram retratadas no Brasil do século XIX.

 

A mostra faz parte do circuito de exposição do Museu Imperial e está inserida no valor do ingresso para visitação ao palácio, que custa R$ 8,00 (inteira) e R$ 4,00 (meia). Já petropolitanos e moradores da cidade têm entrada franca na data, como parte do projeto “O Museu é nosso”, que concede gratuidade a esse público todas as quartas-feiras e no último domingo do mês.