CETRO
ouro e brilhantes
obra do ourives fluminense Manuel Inácio de Loiola, sob a orientaçào
de Inácio Luís da Costa
altura: 2,500 m
peso: 2, 510 g
Feito para a sagração e coroação de D. Pedro I, a 2 de dezembro de
1822, na Capela Imperial, no Rio de Janeiro.
Foi usado também por D. Pedro II.
Capitel em forma de campana invertida, composta de folhagens
estilizadas. Sobre o ábaco está assentado um dragão, de asas
espalmadas, e cauda revirada para cima, a boca aberta; a língua
farpada, móvel, e os olhos constituídos por dois brilhantes, colocados
na época da coroação de D. Pedro II. Cinzeladura primorosa, sobretudo
o lavor do pêlo e das escamas do animal.
O Cetro é uma espécie de bastão de comando, insígnia da realeza.