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Perguntas mais freqüentes  


Carruagem de Gala de D. Pedro II, chamada "Monte de Prata".           Relógio de Mesa de D. Pedro II: bronze dourado, fabricação de Ch. Oudin, séc. XIX.

Nome completo de:

D. Pedro I, Alcântara, Francisco, Antonio, João Carlos, Xavier de Paula, Miguel, Gabriel, Rafael, Joaquim, José, Gonzaga, Pascoal, Cipriano, Serafim de Bragança e Bourbon.  (fonte: Arquivo Nobiliárquico - Barão de Smith Vasconcellos)

D. Pedro II, Alcântara, João Carlos, Leopoldo, Salvador, Bibiano, Francisco, Xavier de Paula, Leocádio, Miguel, Gabriel, Rafael, Gonzaga, de Habsburg Bragança. (fonte: Arquivo Nobiliárquico - Barão de Smith Vasconcellos)

Onde ficavam os banheiros e a cozinha?

O Palácio não possuía água encanada. No andar superior havia um quarto de banhos, com banheira em folha de flandres, e um lavatório de louça, e a água era transportada em vasilhas apropriadas. Utilizava-se então as "comuas", ou "chaises-percées", cadeiras com urinóis embutidos. Um exemplar pode ser visto no sobrado. A cozinha ficava em construção externa, atrás do Palácio. A comida era transportada para o corredor lateral à Sala de Jantar, em caixas de madeiras forradas de zinco, com carvões ao fundo, para mantê-la quente. Ali era transferida para as travessas que iam à mesa.

Onde era a senzala e onde ficavam os criados?

A construção que hoje abriga a coleção de Viaturas está no lugar das antigas cocheiras e armazéns, chamados "ucharias", onde ficavam os poucos escravos, cocheiros e auxiliares de serviços gerais, além de mantimentos e instrumentos de trabalho. Os empregados do Palácio, que tinham acesso à Família Imperial, eram assalariados (inclusive os escravos), e se dividiam em diferentes níveis de hierarquia. Os "moços da Câmara" eram em geral jovens de boas famílias, que prestavam serviço direto ao Imperador, à Imperatriz e às Princesas, que também contavam com suas Damas de Honra. Hospedavam-se no próprio Palácio, ou na Casa dos Semanários, atual Palácio Grão-Pará, ao fundo da praça atrás do Museu.


O Museu Imperial possui ainda um dos mais importantes Arquivos Históricos do Brasil, com mais de 200 mil documentos, gravuras, mapas e fotografias. Atende a pesquisadores e estudiosos de todo o Brasil e do exterior. A Biblioteca do Museu, especializada em História Brasileira dos séculos XVIII e XIX, conta com mais de 40 mil volumes, periódicos e livros raros, atendendo a estudantes, professores e pesquisadores.

O Centro de Educação Patrimonial atende às escolas e estudantes com visitas monitoradas, que podem ser agendadas com antecedência. 

Se quiser saber mais sobre o palácio, o Museu Imperial e suas coleções, contate-nos através de correspondência, e-mail ou telefone para marcar uma consulta.