• Palácio Imperial de Petrópolis, residência de verão do imperador d. Pedro II e sua família, construído entre 1845 e 1862. Abriga o Museu Imperial desde 1940.
  • François René Moreaux. Proclamação da Independência do Brasil. Óleo sobre tela, 1844.
  • D. Pedro II. Escultura oferecida pela municipalidade de Petrópolis ao Museu Imperial, em 1941. Jardins do Palácio Imperial de Petrópolis.
  • Friedrich Hagedorn. Vista do Palácio Imperial de Petrópolis. Têmpera sobre cartão, c. 1855.
  • Sala de Estado. Palácio Imperial de Petrópolis. À esquerda, o trono imperial do Palácio de São Cristóvão, residência oficial da família imperial brasileira.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
As Coroas
 
 
 
A coroa imperial de d. Pedro II é talvez a peça mais rara e valiosa das coleções nacionais. Esplêndida obra de ourivesaria brasileira, feita por Carlos Marin, foi fabricada especialmente para a sagração e coroação do jovem imperador que contava então 15 anos de idade. Fornecedor da Casa Imperial, Marin produziu inúmeras joias e adereços, entre os quais o Globo Imperial, uma das insígnias majestáticas, e o anel da sagração de d. Pedro II. Para a confecção das insígnias do imperador foram desmanchadas várias joias de família, conforme consta dos inventários do Arquivo da Mordomia da Casa Imperial, recolhido ao Arquivo Nacional. Para a confecção da coroa foram aproveitados os brilhantes da coroa (no detalhe) de seu pai d. Pedro I, e um fio de pérolas, também herança paterna de d. Pedro II. Depois de proclamada a República, foi a coroa imperial guardada no Tesouro Nacional, lá permanecendo até 1943, quando foi transferida ao recém-criado Museu Imperial de onde, desde então, nunca saiu.
 
tour_coroas

 

Voltar