PROGRAMA DE
 
ARTES VISUAIS

O MINISTÉRIO DA CULTURA, O IPHAN, O MUSEU IMPERIAL E A FUNARTE, TÊM O PRAZER DE CONVIDAR PARA A EXPOSIÇÃO

Conexão Petrópolis

  12 de julho às 11 h
  Plataforma Contemporânea
  Museu Imperial

  12 de julho a 14 de setembro de 2003
  11 às 18h -   terça a domingo

Adriane Guimarães
Augusto Herkenhoff
Gê Orthof
Jacqueline Adam
John Nicholson
Luiz Aquila
Luiz Cesar Monken
Luiz Ernesto
Marcelo Lago
Miguel Pachá
Monica Barki
Monica Mansur
Ricardo Becker
Ronaldo R Macedo

Neno del Castillo
Sonia Salcedo del Castillo

 
Conexão Petrópolis é a primeira de uma série de exposições de arte contemporânea prevista no Programa de Artes Visuais – Museu Imperial/Funarte. Como a própria analogia entre nome e lugar sugere – Conexão Petrópolis na galeria Plataforma Contemporânea – esta mostra deseja relacionar a Cidade Imperial e seus arredores com a produção artística atual, ou seja, apresentar a diversidade artística dos dias de hoje mediante curadoria regional. Com esse intuito, os artistas aqui reunidos, assim como nós, os conectores desta mostra, possuem laços com a Cidade e seus arredores – seja como local de nascimento, moradia, descanso, trabalho, inspiração...

O recorte proposto, em que a relação artista/cidade é chave, quer transgredir a leitura imediata de referências históricas e/ou geográficas. Mediante as realizações destes 14 artistas, nossa intenção é oferecer ao espectador outras visões petropolitanas. Reveladas não de maneira literal, quase retórica, mas subjetivamente, em outro tempo e espaço, à medida que o espectador se aproxima dos elos entre os artistas e suas projeções pessoais (afetivas, sociais, econômicas, políticas...) materializadas nas obras.

Nesta montagem, não é mero acaso a escolha de obras marcadas pela lógica do vestígio, do símbolo, da metáfora... Assim como não é mera opção deixarmos livre o espaço da galeria, abrindo mão de recursos cenográficos. Esse partido expositivo pretende aproximar o espectador do conjunto apresentado, com o intuito de ampliar sua capacidade lúdica de estabelecer conexões entre as obras expostas. Portanto, se existe um discurso no bojo desta exposição, ele quer lançar uma reflexão sobre questões pertinentes à subjetividade da produção artística contemporânea e não sombrear a evidência das proposições estéticas apresentadas.

 


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