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Sala de Música
 
 

A família imperial tinha um gosto especial pela música, uma tradição da dinastia de Bragança na qual se destaca d. Pedro I, músico e compositor. Na sala de música do Palácio de Petrópolis eram comuns os saraus e recitais promovidos pelo imperador Pedro II, a imperatriz Teresa Cristina e suas filhas, as princesas d. Isabel e d. Leopoldina; nessas reuniões compareciam a corte, os diplomatas e artistas nacionais e estrangeiros. Entre os instrumentos musicais apresentados nesta sala, destacam-se a harpa dourada, de fabricação Pleyel Wolff, o "saltério" (um tipo de cítara) do século XVIII, fabricado no Rio de Janeiro e o pianoforte, de fabricação inglesa Broadwood, datado do início do século XIX, que teria, segundo a tradição, pertencido a d. Pedro I. A peça mais rara é a "espineta", instrumento de cordas da família do cravo, feita de madeira dourada e policromada, fabricada em Lisboa, em 1788, pelo artífice Mathias Bosten. Trata-se do único exemplar existente hoje, fabricado pelo artista. O mobiliário da Sala de Música é de jacarandá com aplicações em bronze dourado, tendo nos espaldares as Armas do Império do Brasil; foi de um dos palácios do Rio de Janeiro. No detalhe, o violino oferecido a d. Pedro II pelo "luthier" Emile Menesson, artífice em Reims, França. Decoração incrustada em madrepérola. Caixa de jacarandá com detalhes em prata.

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